Alberto Bruno


Alberto veio de Coroaci (MG) para Brasília em busca do sonho de ser ator. Mas conta que se sente artista desde que nasceu. Quando criança, era castigado pelos pais porque tinha a mania de riscar as paredes da casa com carvão, desenhando cenas para as irmãs, atrizes no seu teatro imaginário. Filho de padeiro, atraía a platéia formada pelas crianças vizinhas para suas montagens com jarras de ki-suco e pão. Em Brasília, Alberto Bruno estudou com Dulcina de Morais.
Em 1993 fundou juntamente com Antônio Fábio a Companhia da Ilusão, Escola, Produtora e Companhia de Teatro
Bacharel em Artes Cênicas e Pós-graduado em Linguagens Artísticas
Professor de Interpretação Teatral a partir do método de Constantin Stanislavski;
Sócio-Presidente da Companhia da Ilusão. Empresa tríplice: Escola – Produtora e Companhia de Teatro
Produtor Teatral, criou e colocou em prática dois grandes projetos de formação de platéia: Teatro Porta Aberta (14ª Edição) e Teatro de Bolso-Companhia da ilusão (15ª Edição) dando início ao seu mais recente projeto de formação de platéia:
Apaixonado por projetos de popularização e democratização do teatro estará lançando no primeiro semestre de 2009, o “Grandes Montagens Teatrais”. Projeto itinerante, em sua 1ª Edição, prevendo uma curta temporada no Plano Piloto e apresentações em várias cidades satélites de Brasília. A entrada, 1Kg de alimento não perecível, a ser doado para entidades filantrópicas).

ÁreaCinema

Ramo de AtividadesDireção de teatro

Local de NascimentoGovernador Valadares, MG

Data de Nascimento01/04/1960

Biografia"Em 1967, ao entrar na escola, fui convidado a fazer o “Lobo Mau e os Três Porquinhos”. Teatro cheio, cortinas se abrindo, criançada vê o rabo do Lobo por detrás de um arbusto e começam a gritar: O Lobo! O Lobo! – detalhe – Eu, o ator de lobo, morria de medo do lobo. À medida que as crianças gritavam e apontavam para mim eu procurava, aos berros, a saída do teatro.
Em 1968, resolveram arriscar novamente em mim. Desta vez, uma grande montagem que reunia todo o colégio para fazer “O Casamento da Dona Baratinha” . Eu fui escolhido para fazer o Cavalo e o meu primo, o Boi. Iniciou o espetáculo. Tudo estava indo muito bem até que, do camarim, notei que o Boi, que era o meu primo já no palco, estava com o rabo do Cavalo . Entrei no meio da peça e exigindo a troca dos rabos. Foi um fracasso!
Aos 17 anos, li num jornal sobre Dulcina de Moraes. Em 1979 cheguei a Brasília com o intuito de ser ator. Devido às grandes dificuldades da época, somente em 1987 eu pude iniciar minha Faculdade.
Depois do Bacharelado eu fiz Pós-graduação e comecei a dar aulas na Faculdade Dulcina de Moraes. Na mesma época iniciei um trabalho no Mapati, com a Tereza e em seguida, abri minha Companhia de Teatro.
Em 1992, com a Companhia da Ilusão funcionando no Conic, Ed. Miguel Badya, abri o meu primeiro Teatro de Bolso, com 8 lugares. Neste mesmo ano, resolvi aplicar na formação de platéia. Nosso primeiro grande espetáculo para formação de platéia: “Contos de Outono”, escrito e dirigido por Ricardo Torres.
Em 1997, iniciando o projeto “Teatro Porta Aberta”, no extinto Casa do Teatro Amador, fomos convidados pela CAIXA para ser a nossa Apresentadora. Fizemos 14 edições de maravilhoso projeto que apresentava, semestralmente, montagem de um clássico da dramaturgia nacional ou internacional, com a entrada, mediante a doação de 1Kg de alimento não perecível.
Em 25 de Maio de 2002 – Teve início o mais importante projeto até então realizado pela Companhia: o Teatro de Bolso-Companhia da Ilusão. Com esse projeto pudemos reunir o de mais substancial para alcançar nosso objetivo como Formador de Platéia: a) semestralmente são montados peças nos gêneros Comédia – Tragédia – Teatro do Absurdo – Drama Realista e Teatro Contemporâneo; b) Disciplina: quem pega o convite antecipado tem que estar no Teatro até 15 minutos antes do horário estipulado para iniciar a peça. Caso não chegue, o seu ingresso é disponibilizado para o público que está na fila de espera. A redistribuição dos ingressos obedece a ordem de chegada. C) Todas as nossas montagens iniciam-se no horário marcado".
Alberto Bruno

 

Participe

Participe