O Cine Brasília tem desenho original de Oscar Niemeyer.
Foi inaugurado em 1960, quando a cidade contava apenas com duas salas de cinema na Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante. A programação é diária com sessões às 17h, 19h e 21h.
O Cine Brasília, além de ser a sala de exibição sede do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, mantém em sua programação lançamentos de filmes nacionais, mostras estrangeiras, semanas temáticas, debates, lançamentos de livros, exposições de pinturas, fotografias, cartazes e outros; intercâmbio e cooperação com as embaixadas, escolas públicas e universidades, contribuindo com projetos de formação de platéia e enriquecimento de nossa cultura.
ÁreaCinema
EndereçoEQS 106/107 Area Especial
Asa Sul - Brasília
CEP 70345400
Entidade mantenedoraSecretaria de cultura
AutorOscar Niemeyer
Ano de Inauguração1960
HistóricoA história do Cine Brasília está definitivamente ligada à de Brasília. Inaugurado dentro da programação que comemorou a transferência da capital do país, em 22 de abril de 1960, o cinema desde então incorporou-se ao lazer dos pioneiros, oferecendo maior conforto e novas oportunidades de entretenimento. Por isso, freqüentemente os 1,2 mil lugares estavam ocupados por uma platéia participativa que manifestava, com vaias e aplausos, a sua opinião sobre os filmes exibidos.
Projetado por Oscar Niemeyer para ser o cinema da Unidade de Vizinhança, junto ao complexo que teria ainda urna quadra de esportes situado na entrequadra 106/107 Sul, o Cine Brasília foi erguido sob o aval da Novacap pela Companhia Construtora Pederneiras S/A, pertencendo originalmente àquela empresa.
Antes mesmo de ser inaugurado, foi arrendado à Companhia Cinematográfica Luiz Severiano Ribeiro.
Na programação inaugural foram projetados grandes sucessos de bilheteria tais como Anáguas a Bordo, com Gary Grant, A Canoa Furou, com Jerry Lewis e O Discípulo do Diabo, com Kirk Douglas e Burt Lancaster, entre outros.
No ano de 1965, tempo em que o nosso cinema tinha uma produção constante e de qualidade, mas convivia com a repressão, ditadura e falta de dinheiro, os produtores e diretores solicitavam apoio do governo, assim como hoje.
Em 1975, o cinema passou por urna reforma total: instalações elétricas, revestimentos das paredes, pisos, poltronas, projetores, sistema de som, ar-condicionado, etc. Com os filmes A Pedra da Riqueza, de Vladimir Carvalho e Lição de Amor, de Eduardo Escorel, em 7 de julho de 1976, a população candanga teve seu cinema de arte reinaugurado.