A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro foi fundada em 1980 a partir de um núcleo pioneiro de músicos que tocavam numa provisória Orquestra do Teatro Nacional sob a direção do maestro Levino de Alcântara.
Em 1980 Claudio Santoro funda a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Com a morte de Cláudio Santoro em 1989 o Teatro de Brasília foi renomeado em sua homenagem e a orquestra passou a ser denominada Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Integram o rol de regentes titulares da OSTNCS os maestros Cláudio Santoro, Emílio de César, Sílvio Barbato, Julio Medaglia e a maestrina Elena Herrera.
Atualmente, é composta por 85 músicos e tem o maestro Ira Levin como regente.
Seu repertório abrange todos os períodos das composições musicais para orquestra: óperas, balés, concertos, operetas, poemas sinfônicos, sinfonias, réquiens, missas, cantatas, oratórios e obras sacras diversas.
Cerca de um quarto dos musicistas do conjunto original ainda integram a Orquestra.
ÁreaMúsica
EndereçoSCN via N2
CEP 70041-905
Subtipoorquestra
CaracterísticaProfissional
AtividadesApresentações / Exposições
O grupo possuiLocal para ensaios / exposições, Calendário de apresentações, Gravações ou publicações
Ano de inauguração1980
Número de integrantes85
Entrada
Local de ensaioTeatro Nacional Cláudio Santoro
SCN via N2
CEP 70041-905
Tel: 61 33256210
HistóricoHino Nacional - Em 1990, a OSTNCS gravou, no formato LP, reunindo 30 composições sobre Brasília, sob a regência do maestro Silvio Barbato e por iniciativa do jornalista Márcio Cotrim.
Em 1950, o maestro Claudio Santoro compõe “Canto de Amor e Paz”, uma peça para cordas que sintetiza o sentimento nacionalista de um Brasil em busca da sua identidade. Em 1960, tudo no Planalto Central ainda era mato, poeira vermelha e canto de pássaros, quando Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes abençoam o nascimento de Brasília com a “Sinfonia da Alvorada.
Em 1981, morando em Belo Horizonte, Renato Vasconcelos compõe a “Suite Brasília”, que traduz o saudosismo do autor em um passeio imaginário pela paisagem da cidade e que se torna uma espécie de hino da juventude brasileira. As três obras, gravadas em formato CD e executadas pela OSTNCS e pelo Madrigal de Brasília, revelam a capital do país como os autores a captaram em verso e melodia – e tal como ela é – límpida, pulsante e majestosa. A Orquestra foi regida pelo maestro Sérgio Kuhlmann, o Madrigal, pelos maestros Lincoln Andrade (Titular) e Radovir Filho (Auxiliar).
Hino Oficial de Brasília - Realização do Fundo da Arte e da Cultura do DF. O disco foi gravado ao vivo na Sala Martins Pena do Teatro Nacional em dezembro de 1998 com a OSTNCS, o Madrigal de Brasília e a pianista Neusa França. O CD traz 4 versões para o Hino de Brasília, composto por Neusa França sobre versos de Geir Nuffer Campos. A regência da OSTNCS é da maestrina Elena Herrera que teve como Regente Assistente o maestro Joel Barbosa. A regência do Madrigal é do maestro Emílio de César. Neusa França toca numa das faixas ao piano, acompanhando o solo do cantor Carlos Candango.
Cd Os Imigrantes e a Música - Dia da Cultura 2000
Sinfonias Brasil 500 Anos - 2000
Realização do Ministério da Cultura, apoio da Secretaria de Cultura do DF, produção do Instituto do Terceiro Setor. A idéia surgiu nas discussões para a comemoração dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, com um comitê executivo encomendando cinco sinfonias alusivas aos 500 anos do Brasil. Sete maestros brasileiros (Isaac Karabtchevsky, Silvio Barbato, Norton Morozowicz, Osman Giuseppe Gioia, Diogo Pacheco, Benito Juarez e Tiago Flores) indicaram os compositores Almeida Prado, Edino Krieger, Egberto Gismonti, Jorge Antunes e Ronaldo Miranda para a realização das obras.
Clássicos do Samba - 2001
Nesse ano, o Ministério da Cultura homenageou a cultura negra. Quatro escolas de samba foram escolhidas para representar essa cultura: Império Serrano, Portela, Vila Isabel e Mangueira.
Próximas apresentações16 dezembro , terça, e 17 dezembro , quarta - Regência: Ira Levin
J. Sibelius – Finlândia, opus 26
J. Sibelius – Sinfonia Kullervo (primeira audição no Brasil)